A hora deste verso já passou
vai verso de volta à voz que te inventou
e se encontrares a linha do horizonte
pede-lhe que conte, conte
por que abandonou a minha mão
e se um dia volta ou não.
Saturno é o deus do tempo e, por conseguinte, da diferenciação e da separação, mas é também o deus do desejo e da nostalgia, isto é, do desejo de regresso à unidade originária. Victor Manuel de Aguiar e Silva, in Camões: Labirintos e Fascínios
um verso que se desenha e outro logo desponta no fio da tinta, enchendo a página, deitando olhos sobre o mundo.
ResponderEliminarbjs.
(escreve.me)
Olá,
ResponderEliminarTou a ler Eduardo Lourenço e o que o crítico diz dos versos actuais não deve ser esquecido. Por mim ando atrás de rimas, mas fogem-me, não querem nada comigo.
Beijinhos