
Se não fosse o perigo de vomitar fichas de auto-avaliação, avaliação, indicadores, evidências, instrumentos, objectivos individuais, domínios e subdomínios, literacias da informação, questionários, avaliação real e o tudo o mais que já se evaporou da minha cabeça em horas e horas de reuniões, de points e de powerpoints, escreveria uma espécie de página do diário que nunca quis escrever.
Para que fique registado algo de bom preso a este dia, lembro que:
. li dois breves capítulos de flatland ( o capítulo 13 - como me aconteceu a visão na lineland, e o capítulo 14 – como tentei explicar, sem sucesso, a natureza da flatland).
. procurei o mito de ícaro para o contar às crianças. Com ele veio agarrado um cacho de figuras: o minotauro, a ariadne, o rei minos, dédalo e também muitos labirintos. De pedras, de arbustos, de papéis, de palavras.
Mas os labirintos nem sempre são fascínios.
imagem: peter paul rubens
Há tantos ícaros à nossa volta!...
ResponderEliminarLembro-me do labirinto da Alice, ao virarmos um conjunto de arbustos aparecia-nos a cabeça da rainha e uma voz assustadora dizia: je vous coupe la tête! era delicioso!!!!
bjs.
Pois há. Não sei se gosto de ícaro, se não gosto, mas é um mito que me vem muito à memória. E é por isso que propus a leitura deste mito para comemorar a semana da leitura nas escolas, que será já a próxima. A imagem escolhida para a capa é esta mesma.
ResponderEliminarAinda não li a Alice, imagino que deve ser maravilhoso. Hei-de ler.
Beijinhos